Mercado Público, lugar de todos…

Ontem tiramos o dia para passear na capital de todos os gaúchos: Porto Alegre. Foi um passeio rápido, meu e do marido.

Primeiro, fomos ao aeroporto levar nossa amiga (e minha colega de mestrado) Carol Kirsch. A fina – hehehe! –  é DJ (rock e eletrorock, como ela me explicou na cervejada da noite anterior!) e foi a São Paulo tocar. Casa 92 (ou era 93) é o nome do lugar onde ela vai “botar som” #giriasidosasfeeling!

Depois, fomos pro Centro.

O Laçador mora na entrada da cidade, pertinho do aeroporto. É o símbolo do gauchismo. Quer saber mais? Procure Paixão Côrtes no Google – é o gaúcho que serviu de modelo para a obra, no século passado!

Parada direta: Mercado Público!

Construído lá nos idos de 1860, é referência do centro histórico. Engraçado ler, no Memorial do Mercado, a reprodução de matérias dos anos 1970 em que se considerava a ideia de demolir o prédio para dar espaço aos novos empreendimentos. Nos textos destacados, enquanto as “pessoas comuns” eram contra, muitos “intelectuais” eram favoráveis, dizendo que o tempo do Mercado já tinha acabado.

Bem, eu não imagino o centro de Porto Alegre sem o Mercado. Pra mim, é referência mesmo!  A peculiaridade dos cheiros misturados – do peixe e das carnes a ração, passando café espresso moído na hora e os itens de umbanda – é a cara da nossa cultura. Mistura de cheiros, de gentes, de estilos, de etnias. Tá tudo ali!

Voltando ao passeio, parada obrigatória na banca 33, pra comprar a tal “erva do Clóvis”. Clóvis é meu tio, que inventou um mix de ervas pra chimarrão que ganhou seu nome. Já fiz missões engraçadas pra ter a erva sem ir a POA. Quando morava na Feliz, encomendava com o motorista da prefeitura; mais recente, direto de Ivoti, pedi pra uma amiga comprar e me entregar no chá de fralda que fomos em um domingo na capital. E, já em Novo Hamburgo, encomendei um pouquinho com a Carol, que foi almoçar um sábado no Mercado. Por isso, compramos um monte mesmo – garantia de bom chimarrão por vários dias!

Depois da erva, Café do Mercado. Segundo meu amor, o melhor café expresso do mundo! #bairrismogauchofeelings

Aproveitamos pra comprar pó moído na hora e também pra tomar um cafezinho por lá!

Daí, por último, fui no quiosque da Japesca (peixaria) comer temaki. Deste momento não tem foto, porque marido não clicou minha alegria. Ele estava irritado com a demora. Também, quase meia hora esperando por um temaki. Mas valeu a pena!

Pra finalizar a excursão – hahaha! – uma foto do Chalé da Praça XV, mais um dos lindos prédios do centro que foram revitalizados e ganharam vida novamente.

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Autor: Poli Lopes

Jornalista diplomada, passei por agência de marketing digital, jornal, rádio, revista e assessoria de imprensa, sempre escrevendo. Doutoranda e Mestre em Processos e Manifestações Culturais, também sou professora no MBA em Marketing Digital no Iergs (Uniasselvi). Sou apaixonada pelo que faço e também pelo meu marido e pelo meu cachorro.

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