Mudando a cara dos móveis

Nem sempre é possível renovar todo o mobiliário de uma peça da casa, quem dirá então da casa inteira. Por isso, é preciso buscar alternativas, que podem ser uma simples troca de cortina ou mudança dos móveis de lugar, a reformas um pouco mais complexas – e não necessariamente onerosas.

A primeira sugestão é retocar. Este processo pode incluir uma simples limpeza, uma pintura delicada ou ainda a remoção de toda a tinta para aplicação de outra camada ou cor. Retocar pode ser um processo muito demorado, mas não é difícil.
Quem não tem tempo para dedicar a um retoque mais apurado, pode simplesmente pintar o móvel que precisa de melhorias. Quem nunca fez isso, deve começar com uma boa pesquisa sobre materiais, tintas e suas formas de aplicação. Para dar um ar diferenciado, é possível fazer decoupage em gaveta e tampos de mesa usando partituras, papel de embrulho e papeis de recados. A decoupage também é uma maneira fácil de encobrir as manchas de móveis.

Para os sofás e cadeiras almofadadas, a opção é trocar o estofamento. Uma nova tapeçaria em uma peça pode transformá-la completamente. Este serviço pode ser feito sob encomenda ou em casa, quando se tem paciência.
O importante é olhar com carinho para os móveis mais antigos, vendo de que forma eles podem ser transformados para dar a cada casa a cara de seus moradores.

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A vida da gente… ou como a gente leva a vida

Eu posso não acompanhar uma novela, mas a última semana eu sempre olho. Hábito meu, né! E hoje olhei o último capítulo de A Vida da Gente. Na verdade, por ser a das seis, acompanhei em partes, vendo alguns dias quando chegava em casa.
Vi e fiquei pensando… As famílias mudaram, são novas formações, novos conceitos. Pais, filhos, novos maridos e esposas, avós que cuidam, pessoas que optam por não ter filhos e "adotam" sobrinhos, filhos dos amigos… Tudo isso é muito diferente do padrão pai-mãe-criança que conheci na infância.
Mas é legal discutir essas relações, tentar entender como as pessoas se unem, o amor que une ou separa, os momentos que vivemos e os que deixamos de viver, por medo, receio ou porque a vida não nos deixou viver, mesmo!
Também pensei sobre o tempo. Em uma das falas da novela, lembrou-se que as pessoas mudam, elas "crescem", e que isso é necessário para que concretizem suas perspectivas de vida.

A vida e o tempo estão intimamente ligados.

Como já disse Cazuza, o tempo não para. A vida corre, voa, e "quem não é trator vira estrada".
Aí, chego naquela frase que quero tatuar: carpe diem. Mas aproveitar o dia não é somente ser feliz. É aproveitar o tempo, fazer as coisas acontecerem. Porque a felicidade não deve ser uma meta, mas sim fazer parte do caminho.