Carpe Diem

Meu nome é Poliana. Não foi por causa do livro Pollyanna. Mas eu o li. E, como a personagem-título, acabo sempre tentando achar algo de bom, levando ao pé da letra a máxima de que “nada é tão ruim que não possa piorar”. Ou seja, as coisas/pessoas/fatos podem até ser ruins, mas poderiam ser piores.

Eu vi Sociedade dos Poetas Mortos. No ano do lançamento: 1989. Faz tempo isso. Mas o tal do “carpe diem” ficou gravado, sempre. A expressão em latim e a Pollyanna do livro tem grande relação. Porque, quando a gente vê o lado bom das piores coisas, acaba sabendo aproveitar melhor a vida, o tempo, as horas, com um certo desapego do que vem pela frente. Não é uma postura irresponsável, mas sim um pouco mais leve.

Anúncios

Em obras…

E o blog está em obras.

Faz tempo que não consigo me dedicar a este espaço como gostaria – e deveria. Então, o melhor a fazer não é abandonar o barco, mas sim trazer mais gente pra ajudar a remar. E é isso que estamos fazendo, a partir de agora: um blog coletivo, um espaço pra umas gurias aí escreverem sobre o que gostam, o que não gostam…

Enquanto definimos quem entra ou não nessa viagem, vamos blogando, escrevendo, delirando e rindo! Porque é rindo e vendo a vida com bom humor que vamos em frente, todos os dias!

Rum – diário de um jornalista bêbado

E a pessoa que queria postar todos os dias voltou. Depois de um mês e meio.

Mas vamos lá, socializar alguns trechos de uma das últimas leituras: