Carpe Diem

Meu nome é Poliana. Não foi por causa do livro Pollyanna. Mas eu o li. E, como a personagem-título, acabo sempre tentando achar algo de bom, levando ao pé da letra a máxima de que “nada é tão ruim que não possa piorar”. Ou seja, as coisas/pessoas/fatos podem até ser ruins, mas poderiam ser piores.

Eu vi Sociedade dos Poetas Mortos. No ano do lançamento: 1989. Faz tempo isso. Mas o tal do “carpe diem” ficou gravado, sempre. A expressão em latim e a Pollyanna do livro tem grande relação. Porque, quando a gente vê o lado bom das piores coisas, acaba sabendo aproveitar melhor a vida, o tempo, as horas, com um certo desapego do que vem pela frente. Não é uma postura irresponsável, mas sim um pouco mais leve.

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Autor: Poli Lopes

Jornalista diplomada, passei por agência de marketing digital, jornal, rádio, revista e assessoria de imprensa, sempre escrevendo. Doutoranda e Mestre em Processos e Manifestações Culturais, também sou professora no MBA em Marketing Digital no Iergs (Uniasselvi). Sou apaixonada pelo que faço e também pelo meu marido e pelo meu cachorro.

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