Eu e minhas moedas

Já virou piada aqui em casa a minha perseguição, mania – bem louca mesmo! – por moedas. Especialmente as de 25 centavos pra cima. Elas ficam na reta, eu jogo na bolsa e elas somem.

Ok, elas não somem. Elas vão parar no cofre de porquinho que eu tenho na Plan. O cofre fica lá pra ninguém mexer mesmo. Cada vez que ele enche, eu pego as moedinhas e vou na padaria trocar. Cada troca rende em média 50 reais.

Opa, começou a ficar bom, né?

Ah, mas daí eu pego as notinhas e saio torrando, certo? Afinal, era um dinheiro que eu não contava, nem vou sentir se gastar…

ERRADO!

As notinhas voltam pro porquinho, que começa a ganhar moedinhas de novo. E assim vou. Enche, troca e guarda o dinheiro. E sempre com um objetivo. Um deles foi este:

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A Dolce Gusto mais linda e gostosa de todas.

Agora, comecei nova missão das moedas. Ainda não sei o que vou fazer com o dinheiro, mas certamente será algo no estilo. Aquelas coisas que a gente quer ter, não tem pressa e que não quer tirar um dinheirinho maior do orçamento do mês.

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A arte de dividir

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Quando a gente ama e está com alguém, precisa aprender a dominar a arte de dividir. E não é somente dividir a coberta, o lanche e os pares de meia. É dividir o tempo, a atenção, o amor.

Cada vez mais as pessoas – incluindo eu! – encontram mais atividades. É um trabalho extra, um hobbie, as amizades que pedem sua atenção. E tem a casa, os cachorros, a família. Tudo exige tempo de nós, dos dois! E saber dosar isso acaba se tornando uma arte.

Sei que muitas vezes pareço distante, perdida em pensamentos, mas são nesses momentos que tento organizar tudo isso. Às vezes é fácil de entender, outras não. Mas esse “dividir” inclui a puxada de freio. Porque ele me conhece, ele sabe que se deixar eu abraço o mundo – o meu, o do trabalho e o de todo mundo – com as pernas.

Obrigado por me fazer parar, de vez em quando. Mas não sempre, certo?