Porque eu amei o comercial do Zaffari

Domingo eu e o Jerri tiramos a noite pra jantar. Mas aquela coisa bonita, de família, sabe? Jogo americano na mesa, pratinhos e o almoço requentado no micro. (ok, acabou o glamour, é!)

No meio da conversa, ouvi um som diferente na tv. Em tempos de Jingle Bell e vendedores gritando, era um som leve e, realmente, diferente. Olhei pra tv e parei: simplesmente para pra assistir (usei o verbo correto em homenagem aos amiguinhos de São Paulo) isso:

No final, aquela surpresa que a gente espera todos os anos no RS: o logo do Grupo Zaffari. Sim, era o comercial de Boas Festas da rede de supermercados (e hipermercados e shoppings). Mas contei tudo isso só pra dizer porque eu amei o comercial, né? Então vamos lá!

Ele não fala de Natal, de presentes, de Papai Noel, neve ou renas.

Ele fala de sentimento, de amizade, de carinho, de comprometimento e de exemplo. Simples assim.

comercial natal zaffari 2013

Mostrar a amizade de duas pessoas, mesmo à distância, e a forma como ela sobrevive, foi a melhor mensagem que poderia ter visto naquele momento. Mostrar como o carinho e o amor estão nas pequenas coisas (uma mudinha, um sorriso, um desenho) é a melhor mensagem que eu paro pra ver (e choro vendo, bem “mulherzinha”) todas as vezes que passa enquanto vejo tv.

Viu o vídeo e leu até o final? Então me conta o que achou?

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A tolerância e o bom senso não “eczistem”!

Posso ficar por aqui?

Cada dia mais me assusto com o Facebook. Na verdade o problema não é a rede social, mas a falta de tolerância das pessoas que estão lá.

Quem me conhece sabe o quanto eu adoro e defendo os animais. Acredito que eles não podem ser maltratados, que merecem respeito e que quem opta por ter um cachorro, gato ou o que seja em casa deve cuidar, sim, do seu bichinho. Eles são companheiros e amigos.

Este é o Zãk, meu cachorro. Ele está bem vivo, ok?
Este é o Zãk, meu cachorro. Ele está bem vivo, ok?

Acreditar nisso, defender a castração e viver extremos – como ficar super feliz por ver que colocaram casinhas pra cães de rua embaixo da Estação Santo Afonso ou ficar super triste ao ver um filhote, de coleira, abandonado esperando pelo dono na sinaleira – não me dá o direito de espancar uma pessoa, de desejar a morte dela, de querer que o estabelecimento onde ela trabalhe quebre ou pegue fogo.

Mas é só isso que eu li, desde que cheguei no escritório, toda vez que acessei ao Facebook. Sim, o cara errou ao chutar um cachorro que entrou em um restaurante. Errou feio. A polícia foi chamada e ele responderá processo perante a Justiça, responsável por fazer cumprir a lei vigente.

Ah, mas a legislação brasileira é fraca e maus tratos não são punidos como deveriam! (li isso também e sei que a nossa lei é falha em diversos pontos, não somente na questão de maus tratos a animais)

Só que saber disso não justifica as coisas que estão sendo ditas. Quem quer agredir, “tocar fogo”, literalmente “tocar o terror” no restaurante, na casa do cara, com a família dele, por telefone ou pessoalmente, tornar-se-á tão ou mais irresponsável e CRIMINOSO quanto ele.

(pra entender mais, e só clicar aqui ou acessar o evento de protesto)