Bel Pesce, o caderninho e o tempo “perdido” na academia

Eu tinha um problema com academia: sempre achava que estava “perdendo tempo”, que poderia aproveitar esse tempo dedicado ao corpo e a saúde para fazer algo mais útil. Sei que é um pensamento errado, mas ele sempre vinha.

estudar e malhar

Estou comentando isso só pra contar a forma como resolvi esse “problema”: adotei o Soundcloud. Nele, ao invés de músicas, optei por pessoas com algo a dizer. Algo que me interesse, me motive a ir adiante, pessoas que dêem ideias, soluções, insights.

E de onde isso surgiu? Quando conheci efetivamente o trabalho da Bel Pesce – aquela que estudou no MIT e, na faculdade (concluiu 5 cursos), trabalhou na Microsoft, Google e Deutsche Bank. Conhecida (e reconhecida) pelo perfil empreendedor, Bel foi nomeada em 2012 a “Jovem empreendedora do ano” pelo Prêmio Jovem Brasil e apareceu na lista da revista Época como uma das “100 pessoas mais influentes do Brasil”.

No Soundcloud, encontramos os áudios do Caderninho da Bel, projeto bem legal que ela mantém no youtube e na Rádio CBN para compartilhar experiências, ideias e formas de trabalho. tudo começou aqui:


Agora, ela atualiza o canal e a gente pode se inspirar nas coisas legais que ela fala! Quem quiser saber mais encontra a Bel no Facebook, no Youtube e no Soundcloud.

 

Ops! Aquelas coincidências legais: quando fui procurar uma imagem pra abrir esse post escolhi essa que está ali em cima. E, ao buscar a fonte, me deparei com esse post da Thais Godinho, minha “musa” do Vida Organizada. 😛

Organizando a vida com papel

Nos últimos dias, tenho tentado me entender com um planner, organizando as coisas da vida, as tarefas, alguns novos hábitos que quero implementar, tudo no papel.

Sim! Eu, esse ser digital, que vive com o smartphone na mão, uso uma agenda de papel pra colocar a vida em ordem.

Pensando nisso, dei uma olhada bem legal no Pinterest (me segue? tô aqui) e peguei algumas inspirações…

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As páginas podem ser coloridas, cheias de detalhes. O mais importante é que tenham os espaços certos para o que se propõe a fazer.

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Marcadores podem ser coloridos, o que facilita a identificação. Da mesma forma, cores diferentes para “setores” diferentes da vida também ajudam.

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 Quem não curte a meiguice pode dividir suas páginas apenas com blocos de cores.

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E dá, ainda, pra fazer o mais simples possível. Adoro, nesse modelo, os copos de água.

Estou preparando um material contando como estou implementando essas mudanças no meu dia a dia. Porque a demanda de tarefas está crescendo, com cada vez mais trabalho… E, por isso, preciso por ordem na bagunça!

Adeus, meu Capitão!

Sociedade dos Poetas Mortos é de 1989. Eu tinha 10 anos.

Foi um filme que marcou minha infância, minha vida. Tanto que carrego comigo uma de suas principais mensagens:

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Poderia discorrer sobre o assunto, mas já fiz isso aqui

E foi exatamente disso que eu lembrei, ontem, quando li sobre a morte do Robbin Williams.

Que partia não somente o ator, mas o meu Capitão!

A necessidade dos bons hábitos

Admito! Eu tenho uma dificuldade enorme em me organizar. Na verdade, o problema não é tanto o “organizar-se’. Mas, sim, o seguir as regras.

Hábitos, é isso que preciso. Bons hábitos. Até andei lendo “O poder do hábito” pra ver se conseguia introjetar essas coisas, mas né…

 

Analisando um caso: essa semana decidi que voltaria pra academia. Fui lá, paguei três meses, fiz a avaliação, defini uma meta pra cumprir até o fim do ano e… Não volto lá desde terça-feira.

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Por quê?

Porque isso foi na terça e na quarta tive um problema familiar, fiquei bem louca e não consegui me concentrar nas minhas coisas. Esqueci de pagar conta, deixei as MINHAS definições de lado… O trabalho fluiu, as coisas foram feitas, mas o que é meu, pessoal, não saiu do lugar.
E se, um dia, eu não cumpri, desandou a maionese. No outro dia arrumei outra desculpa, hoje de novo.

Daí eu penso: na segunda-feira tudo voltará ao normal. E volta. E eu recomeço. Faço bonito. Mas basta uma coisa dar errado que tudo desanda de novo.

Preciso rever isso. Preciso resolver isso. Internamente.
Entender que não são só dois pontos: ou é perfeito ou nada dá certo.

Como? Não sei!
Mas acho que, sabendo disso, já estou no caminho.