Zãk e Fofa farão falta, um dia. E que esse dia demore a chegar!

Quem me conhece sabe que eu sou bem assim…

FB_IMG_1433046123857

Por isso, quando vi esse post do Zeca Camargo, suspirei e olhei pra fora apenas pra observar os cachorros no sol.

https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fozecacamargo%2Fposts%2F1147178442013343%3A0&width=500

O Zãk está com quase nove anos; a Fofa, com quase oito. Assim como o tempo voa para tudo, parece que foi ontem que ele chegou filhote (depois que o Brown morreu atropelado), que tivemos que adaptar o Zãk “reizinho” e a Fofa filhotona, que separamos os dois naquele quase um ano que vivemos em Ivoti e que, desde que voltamos a Novo Hamburgo, os dois se complementam e são amigos – como sempre foram.

1533781_10152130900852801_54443043_n

Eu sei que um dia eles vão partir, assim como sei que todos nós iremos, um dia. Mas sei também que isso não será fácil. Assim como NÃO É FÁCIL PRA MIM (tentar) assistir Marley & Eu, porque choro só de lembrar que, no final, ele morre.

Gatos podem ser legais, mas cachorros são inexplicáveis. Eles aprendem com os nossos hábitos, eles são seres de hábitos como nós. E, por isso, me divirto tentando confundi-los – nem que seja invertendo a ordem de servir a ração.

2016-01-07 (12)

Zãk odeia passarinhos. Fofa caça passarinhos (e ratos).

Zãk treme de frio até nos dias quentes (dramático). Fofa não sabe o tamanho que tem.

Zãk adora um paninho. Fofa gosta de sentar escorada nas paredes.

Zãk já é um velho teimoso. Fofa obedece com cara de medo.

Zãk fica de guarda do lado do pote quando não quer comer. Fofa ama cacetinho.

Zãk e Fofa se fazem de surdos, com ar blasê, quando não querem alguma coisa.

Zãk pega a bolinha e não entrega. Fofa tem medo da bolinha.

Zãk e Fofa adoram brincar de cabo de guerra.

Zãk e Fofa farão falta, um dia. E que esse dia demore a chegar!

Anúncios

Eu e minhas moedas

Já virou piada aqui em casa a minha perseguição, mania – bem louca mesmo! – por moedas. Especialmente as de 25 centavos pra cima. Elas ficam na reta, eu jogo na bolsa e elas somem.

Ok, elas não somem. Elas vão parar no cofre de porquinho que eu tenho na Plan. O cofre fica lá pra ninguém mexer mesmo. Cada vez que ele enche, eu pego as moedinhas e vou na padaria trocar. Cada troca rende em média 50 reais.

Opa, começou a ficar bom, né?

Ah, mas daí eu pego as notinhas e saio torrando, certo? Afinal, era um dinheiro que eu não contava, nem vou sentir se gastar…

ERRADO!

As notinhas voltam pro porquinho, que começa a ganhar moedinhas de novo. E assim vou. Enche, troca e guarda o dinheiro. E sempre com um objetivo. Um deles foi este:

20130728_171907

A Dolce Gusto mais linda e gostosa de todas.

Agora, comecei nova missão das moedas. Ainda não sei o que vou fazer com o dinheiro, mas certamente será algo no estilo. Aquelas coisas que a gente quer ter, não tem pressa e que não quer tirar um dinheirinho maior do orçamento do mês.

Organizando a casa

Colocar a casa em ordem é uma necessidade minha. Estou precisando dessa ordem para otimizar meu tempo, tornar meu dia mais simples. Depois da correria de fim de ano, viagem de férias e retomada da rotina de trabalho, resolvi ajustar alguns detalhes aqui de casa.

Recauchutei meu mural da escrivaninha. Usei fita dupla face para colar meus rótulos e tampas de cerveja e fotos que desejo ali na frente da área de trabalho.

Antes

mural - antes

Depois

mural - depois

Mudando a cara dos móveis

Nem sempre é possível renovar todo o mobiliário de uma peça da casa, quem dirá então da casa inteira. Por isso, é preciso buscar alternativas, que podem ser uma simples troca de cortina ou mudança dos móveis de lugar, a reformas um pouco mais complexas – e não necessariamente onerosas.

A primeira sugestão é retocar. Este processo pode incluir uma simples limpeza, uma pintura delicada ou ainda a remoção de toda a tinta para aplicação de outra camada ou cor. Retocar pode ser um processo muito demorado, mas não é difícil.
Quem não tem tempo para dedicar a um retoque mais apurado, pode simplesmente pintar o móvel que precisa de melhorias. Quem nunca fez isso, deve começar com uma boa pesquisa sobre materiais, tintas e suas formas de aplicação. Para dar um ar diferenciado, é possível fazer decoupage em gaveta e tampos de mesa usando partituras, papel de embrulho e papeis de recados. A decoupage também é uma maneira fácil de encobrir as manchas de móveis.

Para os sofás e cadeiras almofadadas, a opção é trocar o estofamento. Uma nova tapeçaria em uma peça pode transformá-la completamente. Este serviço pode ser feito sob encomenda ou em casa, quando se tem paciência.
O importante é olhar com carinho para os móveis mais antigos, vendo de que forma eles podem ser transformados para dar a cada casa a cara de seus moradores.

Da colônia

Fui uma criança de apartamento.

Mesmo quando era criança e morava em casa, não curtia pátio, grama, árvores. Achava mais legal olhar desenho na TV. #baixinhadaXuxa

Daí cresci e voltei a morar em casa. Da primeira vez, não curti. Até que um dia, entre uma casa e outra, descobri as coisas legais do pátio. 

Daí, comecei a curtir hortas, plantas em vasos, pallets, decoração externa… Também passei a curtir um chimarrão na sombra da árvore, colher meus pimentões (e em breve tomates cereja), meter a mão na terra, brincar com os cachorros…

Todas coisas simples, da casa, do lar, que um tempo atrás eu nem sabia que existiam – quem dera entender como legal… Coisa de gente grande? Envelhecendo? Aprendendo a viver de outra forma?

Não sei como definir! Só sei como aproveitar esses momentos!

Jardins verticais são opção decorativa

Ando falando por aí sobre como cuidar do jardim. Afinal, agora morando em casa tenho um pátio pra cuidar, né? Mas essa diversão não é exclusividade de quem vive no chão: quem mora em  apartamento pode, sim, ter o seu espaço verde! Uma opção, que além de ajudar a ganhar espaço, funciona como elemento decorativo, é o jardim vertical.

Uma dica de custo mais reduzido para criar um jardim vertical é usar um pallet como suporte. Para fechá-lo, pode-se usar uma lona preta na parte de trás, presa com tachinhas ou um grampeador especial para madeira. A terra é colocada pela frente, assim como as mudas – recomenda-se não usar sementes, pois elas podem crescer sob as madeiras. Se você acha o pallet muito simples, pode pintá-lo ou ao menos passar um verniz, dando um ar menos “reciclado” ao seu jardim!

 

Outra opção, um pouco mais cara, é investir em compartimentos específicos para plantas e jardins verticais, como bolsas de cerâmica. Elas são mais refinadas e menos rústicas, mas também se encaixam na necessidade de quem busca um espaço verde em casa. Neste caso, as peças são da designer Farrah Sit.

 

Como estes recipientes não têm drenos para saída da água excedente, é preciso mais cuidado na hora de monta os vasos. Abuse do pedregulho e da areia no fundo, o que ajudará a controlar a umidade do solo e evitará a morte das plantas.

Gostou dessas ideias? Aproveite este momento de inspiração e mãos à obra!

Organizando a grana…

Uma das minha metas de 2012 é organizar a vida. E, com isso, melhorar a questão financeira. Isso não significa enriquecer ou deixar de gastar, mas sim saber onde enfio o dinheiro e como otimizar gastos para comprar coisas legais que desejamos há tempo!

Bem, a primeira missão então, foi passar a anotar tudo o que eu gasto. E dessa vez está dando certo! O que simplificou esse processo foi o telefone novo, que vem com bloco de notas. Assim, todo dia abro uma nota nova e anoto quanto e onde gastei. Inclui nas anotações o pagamento de contas, inclusive!

Detalhe: as anotações são específicas. Se vou na padaria comprar um lanche, anoto “lanche”. Já se a ida à padaria é para comprar coisas pra janta, anoto “padaria”. E entendo as diferenças. Posto (de gasolina) também era muito genérico: uso “gasolina”, “lanche” ou “cigarro/café” (ó os vícios aparecendo).

Outra medida que tomei foi organizar as contas pagas. Há anos tenho uma pastinha sanfona, onde coloco os comprovantes. O problema é que as categorias eram confusas… Tipo, tinha “Feevale” (onde cursei o mestrado) pra guardar os boletos pagos. Mas a Dothi também tinha a Feevale dela. E daí virava uma bagunça. Como resolver isso?

Simplifiquei as categorias! Sim, agora o Jerri tem uma aba só pra ele, assim como a Dothi. E tudo que for pago/gasto (sim, as notas fiscais vai aí também!) de cada pessoa vai pra aba específica. As categorias mais amplas são da casa e minhas (eu mereço, sou eu quem controla tudo mesmo!), como Feevale, TV, luz…

Já aproveitei que tinha que limpar a pasta pra 2012 e arquivar 2011 pra fazer uma super faxina na caixinhas de contas antigas…. Tinha coisa até de 2005, apólices velhas de seguro do carro… Tudo pra churrasqueira – sim, sou neuríótica e não coloco esses papeis no lixo!

Agora, para o fim do mês, a ideia é sentar e colocar todos os gastos no Excel, na super planilha que a colega Carol usa (e me doou), pra ver mesmo onde foi o dinheiro…

O que falta?

– prever os gastos fixos chatos (IPVA, IPTU, seguro do carro…) e dividí-los por mês;
– listar contas antigas em aberto e quitar;
– juntar uma graninha por mês pra comprar algo legal pra casa (que tal uma TV nova?)!