Pensamentos soltos

Bom dia!
Há vários pensamentos que as pessoas deveriam evitar. Aqueles que fazem julgamento de outras pessoas, seus comportamentos e valores, em especial.
Mas é só pensar sobre isso que eu faço um julgamento. Ops, que feio!
Mas, sim, eu acho errado fazer algo nas coxas, ou deixar de fazer, porque perderá a responsabilidade sobre.
Eu acho feio falar mal num dia e no outro ser BFF.
Eu acho besta “vestir a fantasia” da moda quando ela é total nonsense. (não estou falando que moda é bobice, só acho que mais do que cabides de “tendença” somos pessoas com identidade – ou deveríamos ser…)
Assim como eu acho estranho ser tooooo happy full time.
E fico triste quando vejo esses comportamentos. Porque a vida é feita de diferenças, de gosto e não gosto… Sei lá, foi só algo que eu queria dizer…

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A lot of myself

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Eu sempre digo que trabalho demais porque quero enriquecer (jura, né!) ou comprar uma TV nova, juntar grana pra entrada num apartamento, viajar, gastar com o que quiser. Sei lá, sempre tem um motivo pra ter o trabalho diário MAIS os frilas, as aulas pra preparar e pra finalizar, os artigos acadêmicos a serem enviados pra publicação, …

Mas isso tudo não acontece só por dinheiro. Claro que ter a remuneração é muito bom, importante e tal. Isso todo mundo sabe. Mas parei pra pensar e vi que, pra mim, o principal é a realização. E quando falo em realização não é o “fazer”, mas especialmente o “ser feliz fazendo”.

Sabe quando a gente veste a camisa da empresa? Eu me sinto vestindo a camisa dos meus ideais, das minhas ideias loucas, dos meus projetos. E fico triste quando não sou entendida, sou cobrada por não ter muito tempo pra outras coisas. Eu tenho tempo, sim, o problema é que ocupo ele com essas coisas que eu amo.

Escrever, ler, ver filmes, pesquisar coisas legais sobre estes temas que eu venho focando a minha vida, ler mais um pouco, pensar na vida um pouco mais. É isso que eu gosto, é o que eu quero pra mim agora. 

 

O que estou lendo?

Momento merchan dos livros. No banheiro, leio Um Passarinho Me Contou, da Rosana Hermann (ou @rosana). Na cama, leio On The Road, do Kerouac, me preparando pra ver o filme. Na rua (o que inclui a Plan, o carro e o trem), leio revistas (de Claudia e Minha Casa a Época) e o pocket Cenas de Nova York, do Kerouac também.   

Em obras…

E o blog está em obras.

Faz tempo que não consigo me dedicar a este espaço como gostaria – e deveria. Então, o melhor a fazer não é abandonar o barco, mas sim trazer mais gente pra ajudar a remar. E é isso que estamos fazendo, a partir de agora: um blog coletivo, um espaço pra umas gurias aí escreverem sobre o que gostam, o que não gostam…

Enquanto definimos quem entra ou não nessa viagem, vamos blogando, escrevendo, delirando e rindo! Porque é rindo e vendo a vida com bom humor que vamos em frente, todos os dias!

A vida da gente… ou como a gente leva a vida

Eu posso não acompanhar uma novela, mas a última semana eu sempre olho. Hábito meu, né! E hoje olhei o último capítulo de A Vida da Gente. Na verdade, por ser a das seis, acompanhei em partes, vendo alguns dias quando chegava em casa.
Vi e fiquei pensando… As famílias mudaram, são novas formações, novos conceitos. Pais, filhos, novos maridos e esposas, avós que cuidam, pessoas que optam por não ter filhos e "adotam" sobrinhos, filhos dos amigos… Tudo isso é muito diferente do padrão pai-mãe-criança que conheci na infância.
Mas é legal discutir essas relações, tentar entender como as pessoas se unem, o amor que une ou separa, os momentos que vivemos e os que deixamos de viver, por medo, receio ou porque a vida não nos deixou viver, mesmo!
Também pensei sobre o tempo. Em uma das falas da novela, lembrou-se que as pessoas mudam, elas "crescem", e que isso é necessário para que concretizem suas perspectivas de vida.

A vida e o tempo estão intimamente ligados.

Como já disse Cazuza, o tempo não para. A vida corre, voa, e "quem não é trator vira estrada".
Aí, chego naquela frase que quero tatuar: carpe diem. Mas aproveitar o dia não é somente ser feliz. É aproveitar o tempo, fazer as coisas acontecerem. Porque a felicidade não deve ser uma meta, mas sim fazer parte do caminho.

Da colônia

Fui uma criança de apartamento.

Mesmo quando era criança e morava em casa, não curtia pátio, grama, árvores. Achava mais legal olhar desenho na TV. #baixinhadaXuxa

Daí cresci e voltei a morar em casa. Da primeira vez, não curti. Até que um dia, entre uma casa e outra, descobri as coisas legais do pátio. 

Daí, comecei a curtir hortas, plantas em vasos, pallets, decoração externa… Também passei a curtir um chimarrão na sombra da árvore, colher meus pimentões (e em breve tomates cereja), meter a mão na terra, brincar com os cachorros…

Todas coisas simples, da casa, do lar, que um tempo atrás eu nem sabia que existiam – quem dera entender como legal… Coisa de gente grande? Envelhecendo? Aprendendo a viver de outra forma?

Não sei como definir! Só sei como aproveitar esses momentos!

Em vídeo

O Café Livros e Crivos foi promovido e ganhou um canal de vídeo no YouTube.

Aqui aparecerão os vídeos que eu faço, curto/baixo e admiro! Sigam e confiram as novidades!

Novo ano…

E hoje começa o ano, literalmente. Cheia de compromissos de trabalho, atividades da semana de folga que certamente se jogarão em cima de mim, da mesa, do computador… hehehe!

Pois bem, início de ano é certamente o momento mais complicado pra iniciar atividades de organização do tempo, pró-atividade e análise financeira. Mas vamos lá, de novo!

Na verdade, todo ano tento mudar essas pequenas coisinhas, mas como toda virada de ano é sinônimo de promessas e projetos, vamos lá:

  • usar a agenda com efetividade. Anotar compromissos, organizar contas a pagar, programar SEMPRE os “eventos” e projetos fixos do trabalho pra que eles não se acumulem;
  • trabalhar uma análise financeira. Como o Jerri recebe por quinzena e trabalha na rua, tem bem mais despesas variáveis do que eu; isso dificulta um pouco o controle dos gastos, mas preciso organizar as contas fixas (não pagar juros das contas já seria uma graaande coisa, porque estamos morrendo em muitos reaizinhos aí), prever uma poupança e otimizar os gastos. Aqui, uma das metas é anotar tudo o que gasto (já estou usando desde ontem as “notas” do smart pra isso!) e contabilizar pelo menos os abastecimentos dele, pra saber quanto vai de gasolina por mês. Aqui, também incluo concluir o pagamento do mestrado, adiantar algumas prestações do carnê gigante do carro e colocar umas pendências em dia;
  • mudar a rotina da casa, pra manter tudo o mais organizado possível. Não busco a perfeição, somente seguir a regra do “um pouco por dia” pra que as coisas se tornem mais simples;
  • controlar a alimentação. Aqui, a ideia é retomar umas comidinhas mais saudáveis, menos lanches, seguir sem refrigerante. Fazer a comida e levar para o escritório é a opção mais viável e barata, com certeza. Até porque não temos restaurantes lá perto, então…
  • manter o blog atualizado. Essa é a mais engraçada! Porque desde que comecei a trabalhar com redes sociais, escrevo muito para blogs – os dos clientes! E como os temas são interessantes e ligados a coisas que eu gosto, acabo sem inspiração pra escrever aqui. Mas isso vai ter que mudar! Porque eu gosto muito desse espaço pra deixá-lo mortinho. Então, a meta é ter no mínimo três posts por semana!

E pra ti, quais são as metas de 2012?