Da semana: coisas que li e curti [2]

Minha ideia era publicar esse resumão semanalmente, pois os assuntos ficam velhos e caem no esquecimento. Mas a semana passada foi tão louca, mas tão louca, e emendou numa loucura nessa semana também, que fui juntando os links e não publiquei.
Mas hoje vai!
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Como dona de um cachorro que viveu conosco por um ano e morreu atropelado e, agora, como dona de dois outros cachorros que nos acompanham há oito e sete anos, eu chorei lendo esse texto.
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Parabéns à Bruna Paese por esse texto, super sensato, sobre empreender.
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A internet, como a conhecemos, completou 25 anos (ou seja, “nasceu” em 1991). Meu primeiro acesso à internet foi na faculdade, lá nos idos de 1996. Nessa época, nem computador em casa eu tinha e, depois que comprei um, em suaves prestações, acessava internet discada. Entender essa história é importante para ver de onde viemos e, principalmente, para onde estamos indo.
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Vivemos um tempo em que tudo é lindo e dá certo. Pelo menos é isso que nós mostramos em nossas postagens. Por isso, este texto da Adri Amaral me tocou muito, ao mostrar quem nem sempre é assim e que isso é, sim, muito normal.
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Zãk e Fofa farão falta, um dia. E que esse dia demore a chegar!

Quem me conhece sabe que eu sou bem assim…

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Por isso, quando vi esse post do Zeca Camargo, suspirei e olhei pra fora apenas pra observar os cachorros no sol.

https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fozecacamargo%2Fposts%2F1147178442013343%3A0&width=500

O Zãk está com quase nove anos; a Fofa, com quase oito. Assim como o tempo voa para tudo, parece que foi ontem que ele chegou filhote (depois que o Brown morreu atropelado), que tivemos que adaptar o Zãk “reizinho” e a Fofa filhotona, que separamos os dois naquele quase um ano que vivemos em Ivoti e que, desde que voltamos a Novo Hamburgo, os dois se complementam e são amigos – como sempre foram.

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Eu sei que um dia eles vão partir, assim como sei que todos nós iremos, um dia. Mas sei também que isso não será fácil. Assim como NÃO É FÁCIL PRA MIM (tentar) assistir Marley & Eu, porque choro só de lembrar que, no final, ele morre.

Gatos podem ser legais, mas cachorros são inexplicáveis. Eles aprendem com os nossos hábitos, eles são seres de hábitos como nós. E, por isso, me divirto tentando confundi-los – nem que seja invertendo a ordem de servir a ração.

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Zãk odeia passarinhos. Fofa caça passarinhos (e ratos).

Zãk treme de frio até nos dias quentes (dramático). Fofa não sabe o tamanho que tem.

Zãk adora um paninho. Fofa gosta de sentar escorada nas paredes.

Zãk já é um velho teimoso. Fofa obedece com cara de medo.

Zãk fica de guarda do lado do pote quando não quer comer. Fofa ama cacetinho.

Zãk e Fofa se fazem de surdos, com ar blasê, quando não querem alguma coisa.

Zãk pega a bolinha e não entrega. Fofa tem medo da bolinha.

Zãk e Fofa adoram brincar de cabo de guerra.

Zãk e Fofa farão falta, um dia. E que esse dia demore a chegar!

Cães e moradores de rua: como separar?

Quem lê o título pode achar que eu quero que os moradores de ruas não tenham seus cães.

ERRADO!

Eu acho mais do que justos que essas pessoas, muitas vezes ignoradas ou esquecidas pela sociedade, tenham o carinho de um cão. Se quem tem casa e cachorro sabe como é, imagina esse sentimento de companheirismo potencializado trocentas vezes…

Por isso que caiu um cisco no meu olho assistindo essa matéria:

http://player.r7.com/video/i/5769384d0d9a03163300218b?layout=wide252p&full=true

Cara, primeiro que a lição do seu Maktub, no final do vídeo, é sensacional. É de um bom senso e amor que poucas pessoas conseguem expressar.

Mas, além disso, fico feliz em ver que o poder público está indo além, finalmente! Porque não adianta criar estruturas a partir da nossa visão de mundo. Nossa realidade, nosso contexto, são diferentes. É preciso, para que o sistema funcione, que ele seja feito pelos olhos do outro, de quem será beneficiado.

Claro que isso não garante nada, afinal, como vimos no vídeo, nem todos os moradores de rua que têm cachorros aceitarão o abrigo. Porque eles prezam outra coisa: a liberdade. Mas, com certeza, haverá os que ficarão felizes e aproveitarão a mudança. Ainda mais que, segundo a reportagem, os cães receberão vacina, vermífugo. Seus donos se preocupam com eles e querem o seu bem.

E a vida sem internet?

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Li e reli este post, várias vezes. E pensei muito sobre o assunto. E deixo aqui algumas dessas reflexões… Pensei sobre a necessidade de saber de tudo. De estar em todas as conversas, ao mesmo tempo. De estar aqui com X e ao mesmo tempo falar com Y e Z sobre assuntos totalmente aleatórios, sem relação alguma com X.

Vai parecer conversa de velha, mas sinto saudade do tempo em que precisava ligar pras pessoas pra combinar um encontro, sentar numa mesa de bar e colocar os assuntos em dia. A possibilidade de comunicação que a internet móvel oferece facilita, e muito, a nossa vida (se eu ficar presa no trânsito, posso avisar quem me espera em outro ponto com alguns toques na tela, inclusive sem custo). Mas não é porque estou online que tenho a obrigação de responder ou de querer falar. Não é porque tenho determinado aplicativo no telefone que sou obrigada a responder, a qualquer hora ou em qualquer lugar ou situação.

Já pensei, é claro, em desativar a internet do telefone, em sair do Facebook, em – sei lá – sumir daqui. São pensamentos radicais, eu sei, especialmente porque eu entendo a importância do potencial das redes sociais em aproximar pessoas, em difundir ideias e pensamentos. É o meu trabalho, meu dia a dia. Também é aqui que vejo os filhos de um grande amigo crescer, que mato a saudade da amiga que mora longe, que tenho notícia dos parentes, que busco informações em grupos relacionados ao meu trabalho.

Mas é aqui que vejo muita bobagem, que perco tempo abrindo links que não vão acrescentar nada. O problema é deixar esse mundo online tomar conta da vida. De tudo.

E é disso que eu quero fugir! (se eu não aparecer por aqui, fique feliz: estou ali fora vendo o cachorro latir pros passarinhos, tomando chimarrão e namorando o marido, rindo com os colegas no pátio da firma ou brindando “cazamigas” em algum bar por ai. ou seja, estou vivendo.)

****

A inspiração pra esse texto veio do Vida Organizada, da querida Thais Godinho.

Este texto eu publiquei originalmente aqui no Facebook.

A tolerância e o bom senso não “eczistem”!

Posso ficar por aqui?

Cada dia mais me assusto com o Facebook. Na verdade o problema não é a rede social, mas a falta de tolerância das pessoas que estão lá.

Quem me conhece sabe o quanto eu adoro e defendo os animais. Acredito que eles não podem ser maltratados, que merecem respeito e que quem opta por ter um cachorro, gato ou o que seja em casa deve cuidar, sim, do seu bichinho. Eles são companheiros e amigos.

Este é o Zãk, meu cachorro. Ele está bem vivo, ok?
Este é o Zãk, meu cachorro. Ele está bem vivo, ok?

Acreditar nisso, defender a castração e viver extremos – como ficar super feliz por ver que colocaram casinhas pra cães de rua embaixo da Estação Santo Afonso ou ficar super triste ao ver um filhote, de coleira, abandonado esperando pelo dono na sinaleira – não me dá o direito de espancar uma pessoa, de desejar a morte dela, de querer que o estabelecimento onde ela trabalhe quebre ou pegue fogo.

Mas é só isso que eu li, desde que cheguei no escritório, toda vez que acessei ao Facebook. Sim, o cara errou ao chutar um cachorro que entrou em um restaurante. Errou feio. A polícia foi chamada e ele responderá processo perante a Justiça, responsável por fazer cumprir a lei vigente.

Ah, mas a legislação brasileira é fraca e maus tratos não são punidos como deveriam! (li isso também e sei que a nossa lei é falha em diversos pontos, não somente na questão de maus tratos a animais)

Só que saber disso não justifica as coisas que estão sendo ditas. Quem quer agredir, “tocar fogo”, literalmente “tocar o terror” no restaurante, na casa do cara, com a família dele, por telefone ou pessoalmente, tornar-se-á tão ou mais irresponsável e CRIMINOSO quanto ele.

(pra entender mais, e só clicar aqui ou acessar o evento de protesto)

Inspiração

Nas buscas de fotos para posts de um cliente, sempre vejo umas fotos que inspiram muito. Essa é uma delas!

 

Saiu n’O Globo no final de semana… Namoro!