Zãk e Fofa farão falta, um dia. E que esse dia demore a chegar!

Quem me conhece sabe que eu sou bem assim…

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Por isso, quando vi esse post do Zeca Camargo, suspirei e olhei pra fora apenas pra observar os cachorros no sol.

https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fozecacamargo%2Fposts%2F1147178442013343%3A0&width=500

O Zãk está com quase nove anos; a Fofa, com quase oito. Assim como o tempo voa para tudo, parece que foi ontem que ele chegou filhote (depois que o Brown morreu atropelado), que tivemos que adaptar o Zãk “reizinho” e a Fofa filhotona, que separamos os dois naquele quase um ano que vivemos em Ivoti e que, desde que voltamos a Novo Hamburgo, os dois se complementam e são amigos – como sempre foram.

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Eu sei que um dia eles vão partir, assim como sei que todos nós iremos, um dia. Mas sei também que isso não será fácil. Assim como NÃO É FÁCIL PRA MIM (tentar) assistir Marley & Eu, porque choro só de lembrar que, no final, ele morre.

Gatos podem ser legais, mas cachorros são inexplicáveis. Eles aprendem com os nossos hábitos, eles são seres de hábitos como nós. E, por isso, me divirto tentando confundi-los – nem que seja invertendo a ordem de servir a ração.

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Zãk odeia passarinhos. Fofa caça passarinhos (e ratos).

Zãk treme de frio até nos dias quentes (dramático). Fofa não sabe o tamanho que tem.

Zãk adora um paninho. Fofa gosta de sentar escorada nas paredes.

Zãk já é um velho teimoso. Fofa obedece com cara de medo.

Zãk fica de guarda do lado do pote quando não quer comer. Fofa ama cacetinho.

Zãk e Fofa se fazem de surdos, com ar blasê, quando não querem alguma coisa.

Zãk pega a bolinha e não entrega. Fofa tem medo da bolinha.

Zãk e Fofa adoram brincar de cabo de guerra.

Zãk e Fofa farão falta, um dia. E que esse dia demore a chegar!

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Cães e moradores de rua: como separar?

Quem lê o título pode achar que eu quero que os moradores de ruas não tenham seus cães.

ERRADO!

Eu acho mais do que justos que essas pessoas, muitas vezes ignoradas ou esquecidas pela sociedade, tenham o carinho de um cão. Se quem tem casa e cachorro sabe como é, imagina esse sentimento de companheirismo potencializado trocentas vezes…

Por isso que caiu um cisco no meu olho assistindo essa matéria:

http://player.r7.com/video/i/5769384d0d9a03163300218b?layout=wide252p&full=true

Cara, primeiro que a lição do seu Maktub, no final do vídeo, é sensacional. É de um bom senso e amor que poucas pessoas conseguem expressar.

Mas, além disso, fico feliz em ver que o poder público está indo além, finalmente! Porque não adianta criar estruturas a partir da nossa visão de mundo. Nossa realidade, nosso contexto, são diferentes. É preciso, para que o sistema funcione, que ele seja feito pelos olhos do outro, de quem será beneficiado.

Claro que isso não garante nada, afinal, como vimos no vídeo, nem todos os moradores de rua que têm cachorros aceitarão o abrigo. Porque eles prezam outra coisa: a liberdade. Mas, com certeza, haverá os que ficarão felizes e aproveitarão a mudança. Ainda mais que, segundo a reportagem, os cães receberão vacina, vermífugo. Seus donos se preocupam com eles e querem o seu bem.

A tolerância e o bom senso não “eczistem”!

Posso ficar por aqui?

Cada dia mais me assusto com o Facebook. Na verdade o problema não é a rede social, mas a falta de tolerância das pessoas que estão lá.

Quem me conhece sabe o quanto eu adoro e defendo os animais. Acredito que eles não podem ser maltratados, que merecem respeito e que quem opta por ter um cachorro, gato ou o que seja em casa deve cuidar, sim, do seu bichinho. Eles são companheiros e amigos.

Este é o Zãk, meu cachorro. Ele está bem vivo, ok?
Este é o Zãk, meu cachorro. Ele está bem vivo, ok?

Acreditar nisso, defender a castração e viver extremos – como ficar super feliz por ver que colocaram casinhas pra cães de rua embaixo da Estação Santo Afonso ou ficar super triste ao ver um filhote, de coleira, abandonado esperando pelo dono na sinaleira – não me dá o direito de espancar uma pessoa, de desejar a morte dela, de querer que o estabelecimento onde ela trabalhe quebre ou pegue fogo.

Mas é só isso que eu li, desde que cheguei no escritório, toda vez que acessei ao Facebook. Sim, o cara errou ao chutar um cachorro que entrou em um restaurante. Errou feio. A polícia foi chamada e ele responderá processo perante a Justiça, responsável por fazer cumprir a lei vigente.

Ah, mas a legislação brasileira é fraca e maus tratos não são punidos como deveriam! (li isso também e sei que a nossa lei é falha em diversos pontos, não somente na questão de maus tratos a animais)

Só que saber disso não justifica as coisas que estão sendo ditas. Quem quer agredir, “tocar fogo”, literalmente “tocar o terror” no restaurante, na casa do cara, com a família dele, por telefone ou pessoalmente, tornar-se-á tão ou mais irresponsável e CRIMINOSO quanto ele.

(pra entender mais, e só clicar aqui ou acessar o evento de protesto)

Lovely t-shirts!

 

 

Adoraria ter a do Pug…

Peixe no forno… Eu na cozinha!

Na Sexta-Feira Santa, o cardápio aqui em casa foi peixe. Uau! Grande novidade para a data, né?

Pois bem, optamos como sempre por traíra recheada no forno. Alguns cliques do passo-a-passo:

Na odem: picando o recheio (pimentões vermelho, verde e amarelo e depois misturado com cebola, tomate e alho…); recheando o peixe, que foi pro forno ornado no alumínio; e por último, o peixe pronto, na mesa.

Acompanhando: arroz branco, salada (o que sobra do recheio vai cru pra mesa, com vinagre, sal e oliva) e salada de maionese caseira, feita à mão! 😀

Enquanto a gente (eu!) cozinhava, alguém ficou relaxando na porta!

Gooordo da mãe!

A beleza do olhar

Este é o Xuxinha. Ele mora no Moinho, que eu já falei por aqui. Passamos por lá no domingo, depois do passeio mini-gastronômico que virá ainda hoje em outro post.

O Xuxinha vive lá e é amigo de todos. A galera chega e ele vai recepcionar, pede carinho e fica ao redor, até porque ir no Moinho = churrasquear no mato! E sempre sobra uma merenda pra ele!

Estou destacando essa foto pra mostrar como ele é lindo e tem um olhar que marca. Apesar de não ter “dono”, pois o Moinho fica desocupado durante a semana – mas ele é tratado pelo pessoal da fábrica que tem do lado, viu! Não passa fome! – Xuxinha mantem essa inocência que só os animais têm mesmo! Lindo!

Think about VIII