Meu 2017

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Temos um novo ano. Sim, eu sei, isso já ocorreu há 23 dias. Mas esse delay não me impede de pensar sobre ele. O ano pode ainda ser novo, mas as necessidades não. Continuo precisando das mesmas coisas. Tempo, paciência, foco, determinação e concentração.

Tempo pra fazer tudo que eu preciso. Ele está aqui, esse tempo danado, mas eu tenho encontrado dificuldades em lidar com ele.

Paciência pra finalizar uma coisa antes de começar outra. Sabe aquela monte de livros pra ler? De séries pra assistir? Pois é, a vontade é fazer tudo ao mesmo tempo (olha ele aí de novo!), mas não dá. Tem que priorizar, tem que organizar.

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Foco no que é prioridade. Foco na tarefa não concluída. Foco no próximo passo. Simples (???) assim!

Determinação pra por em prática os mil planos que eu tenho pro ano, pra vida. São tantos projetos que eu me perco em etapas, em ideias, e definir o que é prioridade e o que precisa ser feito agora faz parte do processo. Definidas as coisas, vem a necessidade de determinação em fazer acontecer.

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Concentração. Esse talvez seja o maior desafio. Porque não adianta colocar “todo o resto” em ordem e não conseguir me concentrar pra tirar as ideias, os textos, os projetos do papel.

E lá vamos nós!

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Bitchs, I’m back!

Depois de quase dois anos, retorno a esse espaço. Nesse tempo, passei pelo domínio próprio, desisti, migrei pro Medium, desisti também.

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Acho que meu lugar é aqui! Por isso, aos poucos vou trazer uns conteúdos perdidos por aí pra cá, pra reunir tudo que der desses dois anos em um lugar só!

Então, lá vamos nós de novo!

Bel Pesce, o caderninho e o tempo “perdido” na academia

Eu tinha um problema com academia: sempre achava que estava “perdendo tempo”, que poderia aproveitar esse tempo dedicado ao corpo e a saúde para fazer algo mais útil. Sei que é um pensamento errado, mas ele sempre vinha.

estudar e malhar

Estou comentando isso só pra contar a forma como resolvi esse “problema”: adotei o Soundcloud. Nele, ao invés de músicas, optei por pessoas com algo a dizer. Algo que me interesse, me motive a ir adiante, pessoas que dêem ideias, soluções, insights.

E de onde isso surgiu? Quando conheci efetivamente o trabalho da Bel Pesce – aquela que estudou no MIT e, na faculdade (concluiu 5 cursos), trabalhou na Microsoft, Google e Deutsche Bank. Conhecida (e reconhecida) pelo perfil empreendedor, Bel foi nomeada em 2012 a “Jovem empreendedora do ano” pelo Prêmio Jovem Brasil e apareceu na lista da revista Época como uma das “100 pessoas mais influentes do Brasil”.

No Soundcloud, encontramos os áudios do Caderninho da Bel, projeto bem legal que ela mantém no youtube e na Rádio CBN para compartilhar experiências, ideias e formas de trabalho. tudo começou aqui:


Agora, ela atualiza o canal e a gente pode se inspirar nas coisas legais que ela fala! Quem quiser saber mais encontra a Bel no Facebook, no Youtube e no Soundcloud.

 

Ops! Aquelas coincidências legais: quando fui procurar uma imagem pra abrir esse post escolhi essa que está ali em cima. E, ao buscar a fonte, me deparei com esse post da Thais Godinho, minha “musa” do Vida Organizada. 😛

O dia em que falei sobre selfies…

Na semana passada, falei sobre selfies, jovens e redes sociais para o jornal Diário de Canoas.

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Pra quem quiser ler, subi o pdf aqui!

Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei…

Tive uma conversa rápida com um amigo no chat (beijo, Roberto!). Trocamos umas ideias sobre política.

Mas não é sobre política que eu quero falar. Quero falar sobre nós. A conversa surgiu porque vi que ele tem uma opinião diferente da que tinha quando conversávamos todo dia – a qual defendia com unhas e dentes. Não, ele não mudou da água pro vinho, apenas mudou um pouco o ponto de vista.

Ok, isso faz mais de 15 anos. E por que essa história me fez querer escrever?

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Porque, ao analisar a mudança dele, percebi o tamanho da minha mudança.

Deixei de ser totalmente da paz. Levo menos desaforo pra casa, engulo menos sapos, respondo à altura quem me critica de graça.

Deixei de ser a rainha da paciência – agora, sou a princesa. Não tenho mais tanto saco pra discussão sem futuro, pra discurso vazio, pra gente que tenta enrolas os outros.

Fiquei bem mais crítica: continuo analisando tudo com a paciência libriana, mas com menos dengo e mais “cara de mau”. Se é ruim é ruim, não é mais ou menos.

Fiquei menos estressada com as regras de beleza: se eu quero emagrecer, é porque me sinto pesada – e não feia. Se eu troco o branco pelo integral, é pela saúde e não por estética. Se não quero me maquiar de manhã (e isso acontece beeem frequentemente), nem mexo nos pincéis.

Mas tudo isso não me fez uma pessoa pior, egoísta, chata. Me fez somente uma pessoa mais responsável, mais reflexiva sobre o que deve ser pensado e mais relapsa em relação ao que não precisa ser assimilado.

 

Apenas obrigado, Chronos… Porque o tempo é remédio e (em tese) faz a gente melhorar!

Sad but true

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“Ela não queria conversar. Queria apenas resolver. Acabar com aquela situação que a angustiava, que apertava seu peito e a fazia sofrer.

Sabia que ninguém entenderia. Porque por fora, na casca, tudo era lindo e alegre. Afinal para que mostrar a todos as mazelas de algo que não se sustenta mais? Por que ser diferente da massa, aquela que é muito feliz na timeline, aquela que tem uma vida perfeita e que nunca se arrisca a mostrar fraquezas?

Aí morava o medo que ela sentia. Não temia a solidão, mas se arrepiava ao imaginar olhares e palavras de pena. Ou de culpa.

Porque as pessoas sempre buscam um culpado. É da natureza humana. E se algo não dá certo, então, um culpado é a maneira de justificar os erros dos outros, mesmo sabendo que o conceito de erro e acerto é relativo.

Julgar e culpar é fácil e necessário para que a sociedade siga o seu caminho moral. Mas não é bom para quem os inquisitores viram seus olhos.

Mas ela se sentia pronta para enfrentar. E partiu.”

 

(transcrição de um texto escrito em bloquinho, em 20 de janeiro de 2013)

 

Três dias, uma mesma mensagem: organize essa bagunça!

Em três dias, a mesma mensagem. Que, resumindo, é essa:

“Coloque no papel o que você quer. Assim, vai organizar a bagunça da mente e conseguirá ir adiante.”

 

Crédito: www.facebook.com/poenopapel
Crédito: http://www.facebook.com/poenopapel

Primeiro, no curso Facebook – 30 minutos por dia da Camila Porto. Na primeira aula, antes das dicas operacionais sobre o trabalho na rede social, ela falou sobre organização. Na verdade, falou mais sobre objetivos de vida (por que saio da cama pela manhã?), metas (segmentação dos objetivos, ou seja, o que preciso fazer pra chegar lá) e tarefas (o que preciso fazer pra que cada meta seja cumprida).

 

No dia seguinte, a Thais curtiu o Põe No Papel, projeto que se define como um “movimento que busca tornar visual e claro idéias, projetos, conversas, reuniões, anotações, esquemas! Tire do mental e traga para o real”, a partir do uso de ferramentas como desenho, Visual Thinking, Design Thinking, Design de Informações e, é claro, a criatividade.

Nesse vídeo aqui dá pra entender melhor a ideia.

 

E no terceiro dia, outra Thais, a do blog Vida Organizada, postou essa planilha, que fecha o ciclo. Na verdade, ela fecha o ciclo porque comprei esses dias, no Ali, um planner. Já tive um, que salvava a minha vida, centralizava tudo… Mas ele foi roubado junto com meu carro e minha bolsa, alguns anos atrás.

Tipo esse:

planner

 

Agora, nessa tentativa de centralizar as coisas, de organizar mesmo, optei pelo planner de novo. Afinal, ele:

  • é totalmente personalizável;
  • não tem validade, como uma agenda tradicional;
  • serve como agenda, caderno, diário, bloco de notas e o que mais eu quiser.

 

Quando ele chegar e a coisa tomar forma, conto por aqui. Enquanto isso, ajeito a vida em caderno e bloquinhos, no Evernote (esse merece um post a parte) e na agenda do telefone.