Zãk e Fofa farão falta, um dia. E que esse dia demore a chegar!

Quem me conhece sabe que eu sou bem assim…

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Por isso, quando vi esse post do Zeca Camargo, suspirei e olhei pra fora apenas pra observar os cachorros no sol.

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O Zãk está com quase nove anos; a Fofa, com quase oito. Assim como o tempo voa para tudo, parece que foi ontem que ele chegou filhote (depois que o Brown morreu atropelado), que tivemos que adaptar o Zãk “reizinho” e a Fofa filhotona, que separamos os dois naquele quase um ano que vivemos em Ivoti e que, desde que voltamos a Novo Hamburgo, os dois se complementam e são amigos – como sempre foram.

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Eu sei que um dia eles vão partir, assim como sei que todos nós iremos, um dia. Mas sei também que isso não será fácil. Assim como NÃO É FÁCIL PRA MIM (tentar) assistir Marley & Eu, porque choro só de lembrar que, no final, ele morre.

Gatos podem ser legais, mas cachorros são inexplicáveis. Eles aprendem com os nossos hábitos, eles são seres de hábitos como nós. E, por isso, me divirto tentando confundi-los – nem que seja invertendo a ordem de servir a ração.

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Zãk odeia passarinhos. Fofa caça passarinhos (e ratos).

Zãk treme de frio até nos dias quentes (dramático). Fofa não sabe o tamanho que tem.

Zãk adora um paninho. Fofa gosta de sentar escorada nas paredes.

Zãk já é um velho teimoso. Fofa obedece com cara de medo.

Zãk fica de guarda do lado do pote quando não quer comer. Fofa ama cacetinho.

Zãk e Fofa se fazem de surdos, com ar blasê, quando não querem alguma coisa.

Zãk pega a bolinha e não entrega. Fofa tem medo da bolinha.

Zãk e Fofa adoram brincar de cabo de guerra.

Zãk e Fofa farão falta, um dia. E que esse dia demore a chegar!

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E a vida sem internet?

sem internet

Li e reli este post, várias vezes. E pensei muito sobre o assunto. E deixo aqui algumas dessas reflexões… Pensei sobre a necessidade de saber de tudo. De estar em todas as conversas, ao mesmo tempo. De estar aqui com X e ao mesmo tempo falar com Y e Z sobre assuntos totalmente aleatórios, sem relação alguma com X.

Vai parecer conversa de velha, mas sinto saudade do tempo em que precisava ligar pras pessoas pra combinar um encontro, sentar numa mesa de bar e colocar os assuntos em dia. A possibilidade de comunicação que a internet móvel oferece facilita, e muito, a nossa vida (se eu ficar presa no trânsito, posso avisar quem me espera em outro ponto com alguns toques na tela, inclusive sem custo). Mas não é porque estou online que tenho a obrigação de responder ou de querer falar. Não é porque tenho determinado aplicativo no telefone que sou obrigada a responder, a qualquer hora ou em qualquer lugar ou situação.

Já pensei, é claro, em desativar a internet do telefone, em sair do Facebook, em – sei lá – sumir daqui. São pensamentos radicais, eu sei, especialmente porque eu entendo a importância do potencial das redes sociais em aproximar pessoas, em difundir ideias e pensamentos. É o meu trabalho, meu dia a dia. Também é aqui que vejo os filhos de um grande amigo crescer, que mato a saudade da amiga que mora longe, que tenho notícia dos parentes, que busco informações em grupos relacionados ao meu trabalho.

Mas é aqui que vejo muita bobagem, que perco tempo abrindo links que não vão acrescentar nada. O problema é deixar esse mundo online tomar conta da vida. De tudo.

E é disso que eu quero fugir! (se eu não aparecer por aqui, fique feliz: estou ali fora vendo o cachorro latir pros passarinhos, tomando chimarrão e namorando o marido, rindo com os colegas no pátio da firma ou brindando “cazamigas” em algum bar por ai. ou seja, estou vivendo.)

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A inspiração pra esse texto veio do Vida Organizada, da querida Thais Godinho.

Este texto eu publiquei originalmente aqui no Facebook.

Porque o ano começa hoje…

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Depois de duas semanas de férias e descanso, é hora de efetivamente começar o ano.
E por aqui isso significa bastante coisa: não são promessas, mas propostas pra ter uma vida melhor. Menos corrida, menos cansada, com o tempo melhor aproveitado, curtindo mais as pessoas e as situações.

Não quero dar muitos detalhes do que penso e espero, mas posso deixar registrado que, enquanto em 2013 a palavra-chave foi “fazer”, em 2014 mudei para “realizar”.

E para que comecem as realizações, preciso de foco, metas e prazos. Simples assim! Tudo na agenda, muita coisa programada, o que vai facilitar os caminhos que eu escolher e, também, me ajudar a chegar ao fim do ano mais feliz.

Feliz 2014!

Peixe no forno… Eu na cozinha!

Na Sexta-Feira Santa, o cardápio aqui em casa foi peixe. Uau! Grande novidade para a data, né?

Pois bem, optamos como sempre por traíra recheada no forno. Alguns cliques do passo-a-passo:

Na odem: picando o recheio (pimentões vermelho, verde e amarelo e depois misturado com cebola, tomate e alho…); recheando o peixe, que foi pro forno ornado no alumínio; e por último, o peixe pronto, na mesa.

Acompanhando: arroz branco, salada (o que sobra do recheio vai cru pra mesa, com vinagre, sal e oliva) e salada de maionese caseira, feita à mão! 😀

Enquanto a gente (eu!) cozinhava, alguém ficou relaxando na porta!

Gooordo da mãe!

Vovó na moda

Sábado foi aniversário da minha avó. 88 anos.

Eu moro nos fundos da casa dela, em uma casinha fofa que quando estiver realmente arrumada mostrarei por aqui – e também convidarei amigos para uma janta por lá.

Mas voltando à avó e seu aniversário, qual a surpresa ao chegar lá e vê-la totalmente na moda? Confere aí:

Vovó com tweed! Te mete com ela! 😀

Ela também assopra as velinhas!

Aqui, a “veiarada” reunida! hehehe!

Quando der, vou roubar este casaquinho dela pra mim! 😀 Quando brinquei que está na moda, ela lembrou que o conjunto tem mais de 10 anos, e que foi comprado quando ela visitou minha prima que mora nos Estados Unidos!