Eu e minhas moedas

Já virou piada aqui em casa a minha perseguição, mania – bem louca mesmo! – por moedas. Especialmente as de 25 centavos pra cima. Elas ficam na reta, eu jogo na bolsa e elas somem.

Ok, elas não somem. Elas vão parar no cofre de porquinho que eu tenho na Plan. O cofre fica lá pra ninguém mexer mesmo. Cada vez que ele enche, eu pego as moedinhas e vou na padaria trocar. Cada troca rende em média 50 reais.

Opa, começou a ficar bom, né?

Ah, mas daí eu pego as notinhas e saio torrando, certo? Afinal, era um dinheiro que eu não contava, nem vou sentir se gastar…

ERRADO!

As notinhas voltam pro porquinho, que começa a ganhar moedinhas de novo. E assim vou. Enche, troca e guarda o dinheiro. E sempre com um objetivo. Um deles foi este:

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A Dolce Gusto mais linda e gostosa de todas.

Agora, comecei nova missão das moedas. Ainda não sei o que vou fazer com o dinheiro, mas certamente será algo no estilo. Aquelas coisas que a gente quer ter, não tem pressa e que não quer tirar um dinheirinho maior do orçamento do mês.

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Peixe no forno… Eu na cozinha!

Na Sexta-Feira Santa, o cardápio aqui em casa foi peixe. Uau! Grande novidade para a data, né?

Pois bem, optamos como sempre por traíra recheada no forno. Alguns cliques do passo-a-passo:

Na odem: picando o recheio (pimentões vermelho, verde e amarelo e depois misturado com cebola, tomate e alho…); recheando o peixe, que foi pro forno ornado no alumínio; e por último, o peixe pronto, na mesa.

Acompanhando: arroz branco, salada (o que sobra do recheio vai cru pra mesa, com vinagre, sal e oliva) e salada de maionese caseira, feita à mão! 😀

Enquanto a gente (eu!) cozinhava, alguém ficou relaxando na porta!

Gooordo da mãe!