[Resenha] Vida e Proezas de Aléxis Zorbás – Nikos Kazantzákis

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Eu tentei. EU JURO que eu tentei. Mas Vida e Proezas de Aléxis Zorbás, de Nikos Kazantzákis, me venceu.

Mas, como eu li 280 das 380 páginas do livro, acho que é válido dizer porque eu desisti da leitura (ou, de repente, deixei pra terminar em outro momento).

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Na narrativa, a misoginia é frequente e clara, tanto que me deu, em determinados momentos, até um certo nojinho pessoal do Zorbás. Eu super entendo que essas passagens fazem parte do contexto da obra, tanto da sua escrita quanto do momento histórico em que a narrativa se passa, e não foi esse o real motivo da minha desistência.

O grande problema que eu enfrentei nessa leitura não é a forma como Zorbás vê e se refere às mulheres. É o ritmo do livro. Parece que eles estão sempre na mesma, que não saem do lugar. A história é muito arrastada. Cheguei na tal página 280 a muito custo. E cansei deles.

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A amizade dos dois é incrível. Os paralelos entre o mundo dos livros do “patrão” narrador e a experiência vivida na prática do Zorbás são realmente interessantes. Mas não ao ponto de me fazer terminar a leitura. Infelizmente.

Mas, apesar deste descontentamento, tirei algumas frases legais, que me botaram pra pensar por alguns instantes. Espalhei elas aqui pelo post, pra mostrar e por mais gente pra refletir sobre esses pontos.

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